terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A oração em línguas

"... falarão novas línguas" (Mc 16,17).


"... o Espírito Santo que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, também a educa para a vida de oração, suscitando expressões que se renovam no âmbito de formas permanentes, benção, petição, intercessão, ação de graças e louvor" (do Catecismo da Igreja Católica).
Sendo o dom das línguas o mais comum de todos os carismas, não deixa talvez de ser também o mais estranho.
O dom das línguas ou glossologia é, antes do mais, uma oração que se faz a Deus. Trata-se de uma oração feita em língua desconhecida, nunca estudada e nunca ouvida. Quem a profere, empregando sons dos quais não compreende o sentido, sente-se envolvido por um misterioso sentimento de alegria e paz.
A oração em línguas integra sempre a oração comunitária, onde brota com naturalidade e se traduz numa força poderosa. Faz também parte da oração pessoal, quando as palavras nos faltam, a fraqueza nos invade e se apodera de nós uma sensação de desânimo, impedindo a nossa concentração. Rezar em línguas abre o caminho para uma oração mais profunda, para um contato mais imediato com Deus.
 


Jean Lafrance diz que a oração brota do mais profundo do nosso ser como um "grito", e diz também que "Jesus revela-nos o verdadeiro objetivo da nossa oração, que é a efusão do Espírito Santo no coração de cada um". Como diz S. Paulo na 1ª Carta aos Coríntios 14,2 "aquele que fala em línguas, não fala aos homens mas a Deus: ninguém de fato entende pois no Espírito diz coisas misteriosas", e acrescenta em 14,4 "quem fala em línguas edifica-se a si mesmo".
O Cardeal Suenens dá testemunho da dimensão espiritual da oração em línguas, quando afirma: "este modo de rezar é uma forma de desprendimento de si, de desbloqueio e de libertação interior diante de Deus e dos outros. Se no ponto de partida da experiência se aceita este ato de humildade, (...) experimenta-se a alegria de descobrir um modo de rezar para além das palavras e para além de todo o cerebralismo. Este modo de rezar é criador de paz e expansão".
Na 1ª Carta aos Coríntios 14,15 S. Paulo diz: "Rezarei com o Espírito, mas rezarei também com a inteligência, cantarei com o Espírito, mas cantarei também com a inteligência". Santo Agostinho chama ao cântico em línguas o cântico no júbilo e explica que o júbilo é uma alegria que não pode expressar por palavras o que se canta com o coração.
A voz humana expressa o que é concebido interiormente e não pode ser explicado por palavras. "A voz da alma extravasa felicidade expressando o que sente sem refletir em nenhuma significação especial. Para manifestar esta alegria o homem não usa palavras que podem ser pronunciadas ou entendidas, mas simplesmente deixa que a sua alegria irrompa sem palavras".

A oração em línguas é apropriada em qualquer circunstância, porque sabemos que é o Espírito que inspira as intenções e as palavras. Como oração de louvor é o meio mais fácil para glorificar a Jesus e ao Pai. Como oração de súplica e intercessão e combate às tentações, é forte e poderosa porque as palavras chegam a Deus mediante o poder do Espírito.
Quem não se sentiu tocado quando num grupo de oração carismático, espontânea e imperceptivelmente se começa a rezar em línguas, sem que alguém tenha transmitido qualquer ordem ou sinal nesse sentido? Do mesmo modo, quando ao terminar se seguem alguns instantes de silêncio, quem não sentiu ali a presença de Deus, viva e real que nos une amorosamente? 

É possível ser Santo e Jovem?

"Não deixe que ninguém o despreze por você ser jovem. Mas, para os que crêem, seja um exemplo na maneira de falar, na maneira de agir, no amor, na fé e na pureza." (1 Tm 4:12)

No princípio de todas as coisas, quando o Senhor Deus criou os céus, a Terra e tudo o que neles há, também criou o homem. E criou Deus o homem à sua imagem.
Somos imagem e semelhança de Deus. Vejam a real grandeza de nossa importância: Deus teve ocuidado e todo carinho de criar seres a sua imagem, a imagem do Rei dos Reis. Somos de fato seres privilegiados por isso. 
Assim como somos privilegiados, também temos outra importante característica que devemos nos lembrar. Em Levítico Deus nos deixa uma importante ordem: Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus. Santo quer dizer separado. Será que estamos nos separando realmente para Deus? Qual tem sido a nossa conduta como “Santos”?!

Atualmente vivemos num mundo consumista, onde a mídia, o maior e melhor canal de veiculação de informações domina, os milhões de pensamentos de diversas pessoas. Novelas, reality shows, filmes, internet, estamos cercados a cada momento por esses entretenimentos diversos. Até onde isso tem nos afetado? Sabemos discernir e ver com os olhos da fé certos tipos de programas? Fico me perguntando, qual tem sido o nosso comportamento quando voltamos para casa e recomeça a nossa rotina de segunda a sexta?
Gente esse é um assunto de tamanha dimensão que vocês não tem idéia! Estamos falando de católicos que saem da missa e vão para motéis com suas namoradas, assistem filmes pornôs em casa, falam palavrões e discutem freqüentemente com seus pais, isto é, deixam realmente de levar uma vida santa no dia a dia fora da Igreja. Nem parecem as mesmas pessoas das missas de domingo.

É possível ser jovem sem deixar de ser santo? Pergunte a você mesmo nesse instante. O que temos feito para sermos parecidos com Deus? Qual tem sido nossa postura em meio a essa sociedade corrompida?
Essa não pode ser a realidade de uma juventude que quer ser santa para o Deus santo! É difícil ser santo nos dias de hoje? Será que não conseguimos fazer a diferença? Temos que ser a luz em meio as trevas! Temos que ser o trigo em maio ao joio!

Se o Senhor é o nosso oleiro e nós somos o barro qual é solução? Deixarmos que o nosso Deus nos molde segundo o seu querer. Mas para que isso aconteça, é preciso que nos coloquemos a disposição do Pai, que nos consagremos, oremos e cada vez mais estaremos nos esvaziando de tudo que o inimigo tenta nos influenciar no dia a dia e deixando assim nossos corações abertos para o Deus que nos trata com amor e misericórdia fazer morada em nosso viver!
Oremos assim: “Pai sei que não sou digno do Teu amor, mas tu entregastes a Cristo, teu único filho na cruz por nós. Muito obrigado por nos amar tanto assim! Nesse momento coloco a minha vida em tuas mãos, te entrego os meus problemas, as minhas falhas, as minhas imperfeições e dificuldades e te peço, molda-me segundo o Teu querer. Faça em mim a Tua vontade. Que eu possa ser canal de bençãos em meio a uma juventude corrompida e transviada. Que o meu exemplo possa influenciar vidas e eu seja usado por Ti para alcançar vidas! Que Tu cresças e que eu diminua a cada dia mais! Em nome de Jesus, amém.”
Que o Senhor Deus seja sempre a nossa referência e o nosso foco para que possamos alcançar a vida eterna! Pai nós te amamos de todo nosso coração! Que nossas vidas transformadas possam influenciar vidas!

Se é possível EU QUERO!


Unir minha jovialidade à certeza de que Deus está comigo é totalmente possível, Ele não me tira nada, pelo contrário, me dá tudo! Ele se faz meu amigo no presente e tem a minha história na Sua mão: nela segura firmemente o meu passado, com as fontes e os alicerces do meu ser; nela guarda ansiosamente o futuro e me faz vislumbrar a mais bela alvorada de toda a minha vida.

É com essa mão forte que conto quando caio e não quero ficar largado no chão. Ele tem a voz que ecoa no silêncio do meu coração me acordando para a vida. Tomo a coragem de ter decisões definitivas porque sei que, na verdade, são as únicas que não destroem a minha liberdade, mas criam a justa direção, possibilitando-me seguir em frente e alcançar algo de grande na vida.
Algo que me é garantido! A vida eterna! Dentre todas as minhas decisões! Encontra-se esta: Quero ser santo de calça jeans. Quero estar no mundo; e saber saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não quero ser mundano! Sou cristão! Sou católico! E me decido a amar esta Igreja que é viva e é jovem!

E VOCÊ, QUAL A SUA DECISÃO?”

O que é ser Católico?


Um jovem me fez essa pergunta. Disse que há algum tempo está em crise de fé e tem buscado a solução em igrejas evangélicas. Em uma delas, ao se confessar católico, ouviu dizer que a palavra “católico” nem sequer está na Bíblia. Pedi que ele abrisse a sua Bíblia no Evangelho de Mateus, capítulo 28, versículos 18b-20. 
“É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” 

Você percebeu que fiz questão de colocar em negrito uma palavrinha que aparece de modo insistente no texto: “TODO”. Jesus tem todo o poder; devemos anunciá-Lo a todos os povos, guardar todo o ensinamento d’Ele na certeza de que estará todos os dias conosco. Essa ordem de Cristo foi levada muito a sério pelos discípulos. Em grego a expressão “de acordo com o todo” pode ser traduzida por “Kat-holon”. Daí vem a palavra “católico” (em grego seria: Καθολικός). Ao longo do primeiro e segundo séculos os seguidores de Jesus Cristo começaram a ser reconhecidos como “cristãos” e “católicos”. As duas palavras eram utilizadas indistintamente.Ser católico já significava “ser plenamente cristão”. O Catolicismo, portanto, é o Cristianismo na sua “totalidade”. É a forma mais completa de obedecer ao mandato do Mestre antes de sua volta para o Pai. 
O mesmo mandato pode ser lido no Evangelho de Marcos 16,15: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”. Há, portanto, uma catolicidade vertical, que é ter o Cristo todo, ou seja, ser discípulo; e uma catolicidade horizontal, que é levar o Cristo a todos, ou seja, ser missionário. Isso é ser católico: totalmente discípulo, totalmente missionário, totalmente cristão!
 Ao que tudo indica o termo “católico” se tornou mais popular a partir de Santo Inácio de Antioquia (discípulo de São João), pelo ano 110 d.C. Pode significar tanto a “universalidade” da Igreja como a sua “autenticidade”. Quase na mesma época, São Policarpo utilizava o termo “católico” também nesses dois sentidos. São Cirilo de Jerusalém (315-386), bispo e doutor da Igreja, dizia: “A Igreja é católica porque está espalhada por todo o mundo; ensina em plenitude toda a doutrina que a humanidade deve conhecer; conduz toda a humanidade à obediência religiosa; é a cura universal para o pecado e possui todas as virtudes” (“Catechesis” 18:23). 
Veja que já estão bem claros os dois sentidos de “católico” como “universal e ortodoxo”. Durante mil anos os dois significados estiveram unidos. Mas por volta do ano 1000 aconteceu um grande cisma, que dividiu a Igreja em “Ocidental e Oriental”. A Igreja do Ocidente continuou a ser denominada “católica” e a Igreja do Oriente adotou o adjetivo de “ortodoxa”. Na raiz as duas palavras remetem ao significado original de Igreja: “autêntica”. 
A Igreja católica reconhece que cristãos de outras Igrejas podem ter o batismo válido e possuir sementes da verdade em sua fé. Porém, sabe que apenas ela conserva e ensina, sem corrupção, TODA a doutrina apostólica e possui TODOS os meios de salvação. 
Devemos viver e promover a sensibilidade ecumênica favorecendo a fraternidade com os irmãos que pensam ou vivem a fé cristã de um modo diferente. Mas isso não significa abrir mão de nossa catolicidade. Quando celebramos a Eucaristia seguimos à risca a ordem do Mestre, que disse: “Fazei isso em memória de mim!” A falta da Eucaristia deixa uma grande lacuna em algumas Igrejas. Um pastor evangélico, certa vez, me disse que gostaria de rezar a Ave-Maria, mas, por ser evangélico, não conseguia. Perguntei por quê? Ele disse que se sentia incomodado toda vez que lia o “Magnificat” em que a Santíssima Virgem proclama: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48)… E se questionava sobre o porquê de sua geração tão evangélica não fazer parte desta geração que proclama Bem-aventurada a Mãe do Salvador! 

Realmente, ser católico é ser totalmente cristão! 



20 Motivos pelo qual EU SOU CATÓLICO!

1)   - A Igreja Católica tem como seu fundador o próprio Jesus Cristo e ela comprova a sua autoridade com a sucessão Apostólica (Mt 16,18-19). 

A Igreja Católica é governada segundo a forma Bíblica:
Bispos: (Atos 20,28) (Fl 1,1) (Tt 1,8)
Presbíteros = anciãos: (Atos 15, 2-6) (Atos 15, 21) ( Atos 15, 18) (1Pedro 5, 1)
Diáconos: ( Atos 6, 1- 6)

  2) - A Igreja Católica segue a advertência bíblicacontra as divisões,    cismas e sectarismo:
(Mt 12,25;16,18; Jo 10,16;17,20-23) 

(Atos 4,32; Rom 13,13) 

(1Cor 1,10-13; 3,3-4; 10,17,11,18-19; 12,12-27; 14,33...)

3) - A Igreja Católica está fundamentada na autoridade da Bíblia (Hb 4, 12-13; 2Tm 3, 16-17); da Tradição, isto é, o conteúdo da doutrina cristã vindo desde o começo do cristianismo que garante a continuidade da única e mesma mensagem de Cristo (2Ts 2, 15) (1Cor 11, 2) e do Magistério, isto é, a palavra do Papa e dos Bispos unidos a ele (Mt 16, 19) (Lc 10,16).

4) - A Igreja católica recebeu a missão de ensinar a verdade e cuidar da Sã doutrina (Mt 28,19-20 e Atos 2,42), e assim evitar o erro das interpretações particulares que provocam discussões e divisões. Ela é "coluna e sustentáculo da verdade" (1 Tim 3,15).

5) - A Igreja Católica conservou a Bíblia com todos os livros do Antigo Testamento (46 livros), conforme o uso dos primeiros cristãos e confirmado pelos Concílios regionais de Hipona (393); Cartago III (397), Cartago IV (419) e Trulos (692).

E, quanto ao Novo Testamento, inspirada por Deus, estabeleceu os 27 livros. Foi ela também quem dividiu a Bíblia em Capítulos e versículos para facilitar a sua leitura.

6) - 
A Igreja Católica tem os sete sinais da graça de Deus, Os Sacramentos:

Batismo (Mt 28, 19)

Crisma
 (Atos 8,18)

Eucaristia (Mt 26, 26-29)

Reconciliação ou confissão 
(Jo 20,23)

Matrimônio 
(Mt 19, 3-9)

Unção dos enfermos (Tg 5, 13-15)

Ordem (instituído por Jesus durante a última ceia, quando disse aos seus apóstolos na última ceia: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19) 

7) - A Igreja católica acredita que obatismo é necessário para receber asalvação (Mc 16,16), o perdão dos pecados, o Espírito Santo (Atos 2,38) e tornar-se membro da Igreja (Atos 2,41).   

8) - A Igreja católica continua a conceder o sacramento da Crisma do mesmo modo como no passado (Atos 8, 18), isto é, pelos bispos, sucessores dos apóstolos.

9) - A Igreja católica crê na presença real de Jesus na eucaristia (Jo 6,51.53-56). Ela vive fielmente as palavras da última ceia: "Isto é o meu corpo, que é dado por vós... Este Cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22, 19.20).

E ela cumpre na Santa Missa, o que manda São Paulo “Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Cor 11,26).
10) - A Igreja católica mantém a prática de dar uma nova oportunidade de perdão dos pecados através do sacramento da penitência ou confissão, conforme a vontade do seu fundador (Jo 20, 21-23).

Na Igreja Católica, os Sacerdotes receberam o poder de perdoar os pecados em nome de Deus. (Tiago 5,13-16) (Mateus 3, 4-6) (Neemias 9, 1-2)

11) - A Igreja Católica professa ser o matrimônio indissolúvel, conforme o ensino de seu fundador (Mt 19,3-9).

E ao mesmo tempo tem misericórdia e acolhe com amor aqueles (as) que passaram pela dura experiência da separação.

12) - A Igreja católica continua o sacerdócio instituído por Jesus Cristona última ceia (Lc 22,14-20), e continuado desde a Igreja primitiva (Atos 6,6; 14,22; 1 Tm 4,14; 2Tm 1,6) até os nossos dias.

13) - A Igreja continua a prática da unção dos enfermos para pedir a cura para espírito, alma e corpo, conforme ensino bíblico (Mc 6,13; 1Cor 12,9; Tg 5, 14-15) e a prática dos primeiros Cristãos passada de geração em geração até aos nossos dias.

14) - A Igreja Católica venera a Virgem Maria conforme uma profecia bíblica (Lc 1,48) e a vontade do próprio Jesus (Jo 19,25-27).  

15) - A Igreja Católica professa quatro verdades fundamentais sobre Maria:

1º - Ela é a mãe de Deus (Lc 1,43)

2º - Permaneceu virgem antes, durante e depois de dar a luz ao Filho de Deus (Mt 1,16.18)

3º - Em vista do seu divino Filho foi concebida sem pecado (Imaculada Conceição) (Lc 1,28)

4º - Terminado o seu tempo na terra foi elevada ao céu em corpo e alma (Assunção) (Ap 12,1-14)
16) - A Igreja Católica aceita a autoridade dos Concílios Ecumênicos realizados desde o início
do Cristianismo (Atos 15), e no decorrer dos séculos foram definindo a doutrina Cristã.
 
17) - A Igreja Católica crê na doutrina bíblica:
 
Do céu (1Cor 2,9; Ap 21, 3-4),

Inferno (Mc 9,43-44)

Purgatório e no valor da oração pelos mortos 
(2Mac 12,39-45); 1Cor 3,11-15; Tb 12,12; 1Cor (15,29; 2Tm 1,16-18).

18) - A Igreja Católica acredita na eficácia da intercessão da Virgem Maria e dos Santos, conforme o testemunho apresentado pela própria Escritura (Gn 18, 23-31; Ex 32, 11-14; Rom 1,9; Tg 5,16), e o testemunho de Cristãos que atribuem as graças alcançadas àintercessão dos Santos.

19) - A Igreja Católica crê na existência dos anjos, e também na eficácia do seu auxílio. (Ex 23,20-23; Tb 3,25, Sl 90,11).

20) – Na Igreja Católica acontecem centenas e centenas de milagres, onde a ciência, os comprovam como autênticos.

Juventude Católica... Sede Santos!

Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo. (Levítico 19,2)

Meus irmãos, neste versículo nós vemos o próprio Deus nos falando qual o motivo de sermos santos. Devemos ser santos não porque é algo bonito de se ver, ou porque um amigo (a) tem uma vida de santidade; mas devemos ser santos pelo simples motivo de que Deus é santo. Como até mesmo Jesus também vai nos dizer em Seu Evangelho: sede perfeitos, assim como vosso Pai Celeste é perfeito. (Mateus 5,48). E nós estamos sendo imagem de Deus nesta terra?  Pois o que se vê muitas vezes neste mundo é uma vida que não podemos chamar de “santidade de Deus”.
Vivemos em uma sociedade em que se prega que a santidade é algo impossível. Aonde devemos viver conforme a nossa vontade, porque o que importa é ser feliz, não importando os limites da vida, pois a vida não tem limites. Muitas vezes vivendo assim, não se percebe que passamos por cima de tudo e de todos, inclusive Deus, e vivemos uma vida superficial aonde Deus é a última coisa da nossa vida (sendo otimista). Quando aparecem pessoas que vivem uma santa correta e voltada para o Evangelho, muitas pessoas a chamam de louca, de doente, fanático, ou até mesmo de “extremista religioso”. Mas o problema é que as pessoas que vivem no mundo muitas vezes não sabem distinguir o que é fanatismo, e o que é correção moral; eu diria até que não sabem o que é o amor. Quando estamos em uma vida contrária à vontade de Deus, e de alguma forma O encontramos e decidimos mudar de vida; passamos por um processo de conversão moral, aonde vemos que a felicidade não se encontrava no passageiro em que vivíamos, mas sim na eternidade que é Deus.



Muitos dizem que essa “santidade” é impossível em nossos dias. Pura hipocrisia do homem que tende a negar a essência de Deus em nós, Seus filhos. Jesus veio ao mundo a mais de dois mil anos atrás, nos pregou uma doutrina que foi seguida por toda a história da Igreja. Todos procuravam viver corretamente (aqueles que creiam). Mas hoje as pessoas dizem que não se pode mais. Por acaso existe algum outro Deus que os fez com outro mundo? Por acaso o mundo foi invadido por alienígenas? Por acaso inventaram uma máquina que deu ao homem a incapacidade de viver feliz plenamente? Essa máquina de fato existe, é o pecado. Mas a gente pode ou não ser usuário assíduo do mesmo. Durante toda a história da Igreja os homens foram capazes de lutar contra o pecado, e nas suas limitações buscar uma santidade próxima de Deus. E porque hoje se diz o contrário? Queridos irmãos, nós somos iguais aos homens de dois mil anos atrás, a diferença é que nossa fé é frágil e damos ouvidos para as coisas mundanas e não para Deus.
Temos uma mentalidade fraca, muitas vezes, de achar que pra ser santo é necessário ser padre (para os homens, ou de alguma ordem religiosa mesmo sem ser ordenado) ou freira para as mulheres. Mas meus irmãos, a santidade é para todos nós. Veja o que São Pedro diz para uma multidão de curiosos após ele ter ministrado a cura de um coxo junto com São João, no nome de Jesus: Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para serem apagados os vossos pecados. (Atos dos Apóstolos 3,19) – E juntando com uma mentalidade limitada, podemos dizer que apagados os pecados seremos santos. Vamos voltar a pecar, com certeza. Mas quando nos arrependemos e nos convertemos nós lutamos para reduzi-los ao mínimo. Pois ser pecador é uma coisa, e ser escravo do pecado é outra completamente diferente e deprimível. Nós encontramos o perdão dos pecados plenamente na Confissão (ou Sacramento da Penitência), aonde nossos pecados são perdoados e assim renovamos a nossa santidade. E isso não é algo reservado para os religiosos, mas para todos nós filhos de Deus, filhos da eterna Verdade. Jovens ou não, somos e devemos ser santos. Sem santidade não temos Deus, pois se nossa vida é pecaminosa Deus não faz parte dela, porque não queremos ter Deus. Por mais que nossos lábios digam que cremos em Deus, se nosso coração e nossa vida (envolvendo nossos atos) não estiverem em plena comunhão com o Altíssimo, estamos apenas falando palavras sem efeito algum. Pois a Palavra de Deus já vai nos dizer “Deus é luz, e nele não há treva alguma. Se dizemos ter comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não seguimos a verdade” (1São João 1,5-6)

 Outro ponto complicado é que as pessoas, como já dito, vivem de uma forma superficial aonde tudo é permitido e nada é proibido. E isso confunde a cabeça das pessoas, principalmente dos jovens; que por primazia busca a felicidade. E muitas vezes, busca a felicidade no passageiro e não no eterno (Deus). E nisso o jovem vai achando que não tem pecado, e que Deus o ama e lhe acolhe de qualquer jeito. Deus nos ama de todas as formas, mas ele não ama a vida que levamos muitas vezes, sem Ele. Pois vivemos uma vida suja, de acordo com o nosso bel prazer. E temos que perceber que a vida que levamos não é de acordo com a que o nosso Pai do Céu quer. Vejamos o que também São João nos diz: “Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós” (1São João 1,8) Então veja que Deus não faz comunhão com a sujeira mundana que muitas vezes colocamos em nossas vidas e não queremos renunciar. Mas saiba que se você quiser você conseguirá renunciar tudo aquilo que não é da vontade d’Ele, pois tudo é graça de Deus. (Ps: assistam o espetáculo “O Canto das Irias” da Comunidade Católica Shalom)
As pessoas muitas vezes acham que ter uma vida na radicalidade do Evangelho é uma vida triste. Leia o Evangelho e veja se tem alguém triste. Olhem para a Virgem Maria, e tentem enxergar alguma tristeza. A Virgem Maria que é o maior exemplo de santidade e de radicalidade na vontade de Deus. Se ser santo fosse triste Ela não teria dito Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva (conf. Lucas 1,46-48). Maria ainda hoje, para a glória de Deus, continua sendo exemplo de santidade para o mundo. Pois viver em Deus é viver uma vida santa. E como disse a Virgem Maria  meu espírito exulta de alegria em Deus! A alegria de ser de Deus é tremenda, mas apenas aqueles que querem podem sentir essa alegria. Enquanto se continuar vivendo como se Deus não existisse, o mundo vai beber uma alegria passageira, que logo terá um fim. Mas nós que aceitamos a condição de FILHOS DE DEUS EM CRISTO temos uma alegria como a de Maria, que o nosso espírito se alegra e somos felizes plenamente, porque a plenitude da felicidade se encontra em Deus.

Para que assim, meus queridos irmãos, possamos dizer sem temor, libertados de mãos inimigas, possamos servi-lo, sem santidade e justiça, em sua presença, todos os dias da nossa vida (conf. Lucas 1, 73-75). Ou seja, ser plenamente felizes. Não credes? Dê uma chance a Deus para te fazer feliz, que a felicidade transbordará na medida em que se abrir a Cristo.



"Do coração em oblação nascem todas as vocações", disse o Papa



O dia mundial de oração pelas vocações será celebrado no dia 29 de abril de 2012


O Vaticano publicou nesta segunda-feira, 13, a mensagem do Papa Bento XVI para o dia mundial de oração pelas vocações, o qual será celebrado em 29 de abril deste ano. Com o tema "As vocações, dom do amor de Deus", o Santo Padre explica qual o sentido da vocação e como ela acontece na vida de cada pessoa.
"Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações", disse.
Bento XVI também fez um convite para que cada cristão redescubra o amor de Deus e leve outras pessoas à vivência dessa experiência.
"Por isso é preciso anunciar de novo, especialmente às novas gerações, a beleza persuasiva deste amor divino, que precede e acompanha: este amor é a mola secreta, a causa que não falha, mesmo nas circunstâncias mais difíceis", ressaltou.
Por fim, o Santo Padre pediu que as pastorais vocacionais incentivem a descoberta de vocações e encorajou os agentes de pastorais para que conduzam cada fiel a mergulhar na beleza do chamado de Deus.
"É importante que se criem, na Igreja, as condições favoráveis para poderem desabrochar muitos «sins», respostas generosas ao amoroso chamamento de Deus", solicitou.